ACNE, PELE OLEOSA, QUEDA DE CABELO...

ACNE, PELE OLEOSA, QUEDA DE CABELO...

Clínica Geral
Revista SOS Saúde
IMPRENSA
Matéria de anunciante

A saúde da mulher é um tema amplamente abordado e dentre as múltiplas queixas no consultório estão vários sintomas relacionados com um mal maior chamado Síndrome dos Ovários Policísticos.

Esta doença endocrinológica crônica, de causa pouco compreendida, envolve uma combinação de fatores genéticos e ambientais, modula os processos metabólicos e hormonais afetando mais de dois milhões de pacientes por ano no Brasil. Até o momento não foi descoberta a cura para a SOP, entretanto com o controle dos sintomas é possível prevenir os problemas associados.

Para ser diagnosticada é preciso que a paciente apresente dois ou três sintomas combinados, e que seja excluída outra patologia. Além disso, o médico deve avaliar sua história clínica e realizar exame físico e complementar (laboratorial e de imagem).

Caracteriza-se pelo hiperandrogenismo (aumento da produção de hormônios masculinos) que pode manifestar por aumento do volume ovariano (com ou sem cistos), ausência ou irregularidade da menstruação, ausência de ovulação, alteração de peso (ganho de peso ou obesidade), pele oleosa ou acneica (espinhas), hirsutismo (crescimento de pelos no rosto e outros locais em que a mulher normalmente não tem), queda de cabelo e alopecia, resistência insulínica (a insulina que circula no sangue não tem sua atividade plena e  a glicose não é capaz de entrar nas células dos tecidos e se acumula no sangue, aumentando o risco de ter diabetes), problemas com a fertilidade, aumento do risco de ter câncer de útero (endométrio) e  depressão.

Mulheres com SOP apresentam, em geral, valores mais elevados de percentual de gordura, adiposidade central (barriga), testosterona, glicose pós-prandial, insulina basal e pós-prandial, triglicerídeos, colesterol total e LDL colesterol e déficit de vitamina D3 (67 a 85% das mulheres diagnosticadas apresentam concentrações séricas de 25(OH)D < 20 ng / ml). Além disso, apresentam fatores de risco cardiovasculares mais precocemente do que comparadas as mulheres sem SOP, com mesmo IMC.

Como manifesta-se de diferentes formas o tratamento deve ser individualizado. De acordo com a Diretriz Brasileira sobre a SOP, dieta hipocalórica (diminuição de calorias, principalmente carboidratos) e exercícios físicos aeróbicos diários representam o tratamento de primeira linha. A perda de peso resultante das mudanças no estilo de vida favorecerá a queda dos androgênios circulantes, melhorando o perfil lipídico e diminuindo a resistência periférica à insulina; dessa forma, contribuirá para o decréscimo no risco de aterosclerose, diabetes e regularização da função ovulatória. Dentre as opções medicamentosas são utilizados anticoncepcionais orais, hipoglicemiantes orais, diuréticos, vitamina D3, estimulantes da menstruação, antibióticos e/ou cosméticos contra a acne e terapias para o controle do estresse e da ansiedade.

 

Clínica Evolução

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Clínica Rocha & Franciosi

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Dr. Luiz Cláudio O. Rocha – Médico - CRM/PR 21263

Daiane M. Franciosi Rocha – Fisioterapeuta - Crefito 122297-F